segunda-feira, 4 de maio de 2015

Visitar outras casas de farinhas para remontar as minhas memórias foi um experiência reveladora (estava com Raquel, minha mãe), para espanto meu, ao chegar na primeira me deparo com um fotógrafo chamado Pedro, ele estava fazendo beiju numa das fornalhas e veio logo me dizendo que o que eu tinha em mão era uma ferramenta poderosa (uma Nikon D700) não demorou pra ele me tirar algumas dúvidas que ainda me assombravam. Também estava lá fazendo beiju o Cinho, um primo de minha de minha mãe e por tanto meu primo em 2º grau. Após fazer alguns registros segui em direção a casa de minha tia Antônia, sabia que a casa de farinha dela estava funcionando naquele dia, para minha felicidade havia outra casa de farinha em meu caminho, era do irmão de Cinho, sem dúvida estávamos em família. Desta vez se encontrava lá, três mulheres ensacando o beiju enquanto meu outro primo de 2º grau e o filho de uma das mulheres trabalhavam no preparo. Uma dessas mulheres me conhece desde de que tinha menos de um ano de vida, Tonha, encontrar com ela foi mais surpreendente do que achar um fotografo profissional fazendo beiju. Ela não parecia ter envelhecido um ano se quer, estava exatamente como lembrava, uma mulher simples, de muita força e que sempre me foi muito receptiva.

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